O poder do autocuidado masculino


Você já deve ter ouvido falar que homem não se cuida e é muito difícil que aceite ir ao médico. Não é à toa que temos essa visão da figura masculina. Já vem de longa data o reconhecimento de que o homem classifica o cuidado com a saúde de “frescura”. E sabe por quê? “Porque homem que é homem aguenta”, diria o ditado popular.


Até as pesquisas científicas endossam essa impressão popular. Segundo os dados estatísticos, a estimativa de novos casos de câncer de próstata para o ano de 2018 é de 68.220, no Brasil. Boa parte desse índice está relacionado à dificuldade masculina de encarar o exame preventivo, por ser considerado um procedimento desconfortável e invasivo fisicamente.


É claro que esse não é o único motivo para tanta resistência. Sabemos que por trás desse comportamento se escondem vivências emocionais. Isso mesmo! Para além da dor física, o que mais doí é o constrangimento que o exame provoca, a sensação de violação da intimidade masculina e medo do resultado.


Eis uma informação que contraria a ideia de que isso acontece, porque eles estão acostumados a se colocarem em situação de risco ou porque foram preparados para protegerem as pessoas que amam mais do que a si mesmo. Puxa! Visto por esse ângulo parece que é o medo do que está por vir que faz com que a figura masculina reforce a ideia de que eles não precisam de ajuda médica.

Bem! A questão é que o centro do autocuidado não deveria estar associado à possibilidade de sofrimento ou morte. Afinal, cuidar de nós mesmos deveria ser sinônimo de qualidade de vida e bem-estar, não é mesmo? Mas acreditem, a maioria das pessoas que se descuidam não se lembra disso!


E quando a pessoa é uma figura masculina, essa história fica um pouco mais complicada. Eles se esquecem, com muita facilidade, que para manter a qualidade de vida tão almejada e alcançar o que desejam será necessário aprender a cuidar de si mesmo. Somente o autocuidado vai dar espaço para viverem saudáveis e tornarem-se capazes de interagir com os sentimentos gerados pela possibilidade de um adoecimento físico como esse.


Ei! Psiu! Não se deixe de lado. E não se esqueça: o autocuidado não envolve somente dores físicas ou sofrimento emocionais. Envolve também luta pela vida que pulsa dentro de cada um de nós. Por isso, previna-se! Você não estará sozinho nessa!


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Doralina Marcon Anita Bacellar

Psicóloga Responsável Técnica

CRP 12/10882 CRP 12/01329

(48) 99642-9889


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