Mãe! Cadê você?


Dizem que mãe é tudo igual e que só muda de endereço. Na verdade, nem sempre é assim, mas, quando é, são capazes de despertar em seus filhos uma variedade enorme de sentimentos. Alguns deles preferimos até fazer de conta que nunca sentimos. Mães são assim, pessoas que mexem com os nossos sentimentos mais profundos desde que nascemos.


Provavelmente, você só lembra-se de alguns flashes desse momento da vida, em que você e sua mãe pareciam uma coisa só. Você chorava e, de repente, voilá! Sua mãe aparecia, trazendo o conforto para um desconforto que você nem saberia dizer qual era.


Se nos perguntassem: qual o nome dela?

Responderíamos sem titubear: Mãe!

Impossível viver sem ela.


Então você cresce e começa a desbravar o mundo. Quanta coisa para aprender! Tantas novidades para viver. Muitas vezes desejamos nos jogar de cabeça nessa aventura que se chama crescer. O problema é que às vezes nos jogamos literalmente... O que fazer quando o produto das nossas ousadias é um joelho ralado ou um galo na cabeça? “Manhêêêêê!!!” Lá vem ela, pronta para cuidar da nossa dor, com um abraço apertado e/ou um puxão de orelha!


Se nos perguntassem: quem é ela?

Responderíamos com convicção: minha Mãe!

A pessoa que encontra uma saída para todos os meus problemas.


Chega a adolescência e aquela mãe que era necessária e suficiente se torna o maior “pé no saco” que você já viu. Invade seu espaço, quer saber de coisas que você não quer contar, vê perigo em todas as suas aventuras. Nem sabemos quantas vezes dissemos: “Eu vou sim!!!”, enquanto ela nos respondia: “Você não vai, não!!!”. Bem lá no fundo, você até sabia que ela tinha razão, mas parecia inevitável tentar por você mesmo e fazer suas próprias descobertas.


Se nos perguntassem: o que ela significa para você?

Responderíamos vacilante: tudo e ao mesmo tempo nada.

Insuportável viver com ela, impossível viver sem ela.


Até que chega a vida adulta e você tem a sua casa. Nos primeiros meses você sente o prazer de fazer o que quiser, na hora que quiser. Pode inclusive não fazer e deixar a pia abarrotada de louça! Até que, de repente, você percebe que se importa com as louças sujas e descobre o quanto é difícil manter roupas limpas no guarda-roupa. Então você sente na pele o que a sua mãe estava tentando te ensinar sobre a vida. “Ai que saudade da comida da minha mãe!”.

Se nos perguntassem: o que é ser mãe?


Responderíamos enternecidos: uma pessoa que, independentemente do seu jeito de ser, dos laços biológicos e do tempo em que ficou conosco, esteve ao nosso lado enquanto crescíamos.

Sem ela não existiríamos e perderíamos a chance de saborear a eterna aventura que é viver.


E quando chegar a hora de você Mãe precisar dos nossos cuidados, estaremos prontos para tomar conta de você, assim como um dia você fez por nós.



Leia mais: Um Jeito de ser mãe.

Doralina Marcon Maira Flôr

Psicóloga Psicóloga

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